Digitei a placa. O veículo estava registrado como uma van de serviço, histórico comum, seguro regular, nada extraordinário. Até abrir as multas.— Temos uma — comentei.— Onde? — Lorenzo perguntou.— Roma.Alessandro aproximou-se.— Quando?Comparei a data, minha respiração ficou mais lenta.— Três dias antes do furto dos documentos de Martina Conti.Houve alguns segundos de silêncio na sala, a multa era por estacionamento irregular. Havia fotografia. Abri, uma van escura, placa visível, não mostrava o motorista, mas mostrava localização. A menos de dois quilômetros do prédio onde Martina trabalhava.Alessandro soltou o ar.— Agora você vai dizer que é coincidência?— Vou dizer que é evidência circunstancial.— Você é insuportável.— E ainda estou certo.Lorenzo, porém, não sorriu.— Continue cruzando.— Já estou fazendo isso, Don.— Paolo Rossi.— Também.Pesquisei. A mesma van não aparecia nas imagens da fuga, mas isso não significava que não estivesse envolvida.— Quero saber onde
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