À uma e onze, um sedã preto parou diante do hotel. Motorista, placa diplomática? Não, era padrão civil. Um homem saiu do saguão, alto, cabelos grisalhos, sobretudo escuro. Não reconheci, tirei uma foto e enviei para Matteo, a resposta veio quase imediatamente. Não é Volkov.O homem entrou no carro e foi embora, às uma e vinte e três, outro hóspede saiu. Também não era ele, às uma e trinta e sete, comecei a considerar que Volkov permaneceria no hotel durante a noite, então meu celular vibrou, não era Matteo, era Alessandro.— Temos um problema.Meu corpo ficou alerta.— O outro alvo?— Parou em um galpão.— E?— Não está sozinho.— Quantos?— Ainda estamos contando.— Perceberam vocês?— Não.— Então isso não é um problema.— Espere.Ouvi teclas ao fundo, provavelmente ele também estava recebendo informações.— Encontramos um dos veículos estacionados no galpão nas nossas bases.— De quem?Houve uma pausa do outro lado da linha.— Bellavista Eventos.Meu olhar endureceu.— Tem certeza?
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