- Está bem. Eu farei isso.Então volto minha atenção para Luna e estendo a mão para ela.- Vamos, pequena?Ela olha para minha mão por um instante. E então segura meus dedos com tanta confiança, que meu peito aperta forte.É um gesto simples. Mas, para mim, significa tudo.Nos despedimos da senhora Tereza e seguimos em direção à saída.Sinto sua mãozinha pequena presa à minha durante todo o caminho.E, pela primeira vez em muito tempo, aquela sensação de vazio dentro de mim parece menor.Assim que chegamos ao carro, abro a porta traseira com cuidado.- Certo, mocinha, primeiro precisamos colocar o cinto.Ela sobe desajeitada no banco, observando tudo ao redor com curiosidade.O jeito atento dela me faz sorrir.Enquanto ajeito o cinto em seu corpinho pequeno, pergunto:- Luna, o que você acha de tomarmos um café da manhã diferente hoje?Os olhos dela brilham imediatamente.- Eu quero!A animação na voz dela é tão genuína
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