122. Submerso
SCOTTUma dor aguda na região das minhas costelas me despertou. A Eliana estava se debatendo, gritando "não" e de alguma forma jogando as pernas em seus sonhos.— Por favor… — a voz dela era um sussurro suave. — Scott…— Estou aqui, querida. — Mal reconheci minha própria voz. Estava rouca, fraca — um sussurro quase inaudível.Tentei tocar o rosto dela, mas uma puxada brusca me impediu, seguida por uma dor que espetou minha pele. Confuso, encarei minha mão. Havia uma agulha alojada sob a minha pele, firmemente presa com fita adesiva, com um tubo transparente subindo até a bolsa de soro vazia. Arranquei aquela maldita coisa da minha mão imediatamente.Aconchegando o rosto dela na minha mão, notei lágrimas escorrendo pelos cantos de seus olhos. — Eliana, — chamei, sacudindo-a suavemente para acordá-la.Sua agitação cessou, suas sobrancelhas se franziram e, lentamente, ela abriu os olhos. Perguntei-me sobre o que era o sonho dela. Será que estava revivendo o ataque do Adkins? Aquele de
Ler mais