Enquanto ele dirigia para Los Angeles, a adorável passageira dormia depois que ele a havia carregado do penhasco. Ele recostou o assento dela para maior conforto, fazendo a saia deslizar para cima. Como havia descartado a calcinha dela lá no penhasco, as coxas macias e nuas dela ficaram completamente expostas aos seus olhos vagantes.— Você tá pedindo, né… sua rebeldezinha…? — ele murmurou, um sorriso sombrio brincando nos lábios. Com a resistência restaurada depois do descanso, o calor se agitou novamente. Mesmo mantendo os olhos na estrada, ele guiou a mão flácida e adormecida dela para baixo, enrolando os dedos ao redor do comprimento rígido dele, que pulsava e inchava com uma necessidade desesperada.— Sss… ah… — Ele não havia esperado que o toque dela fosse tão incrível. Dirigia com uma mão enquanto ela trabalhava nele. À medida que se aproximava do limite, ele foi acelerando, o movimento finalmente a sacudindo até acordar.— Mmm… Drago, o que você tá fazendo…? — Ela o observou
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