Ao ouvir as palavras do pai, Célia desesperou-se, sentindo-se injustiçada. Afinal, seu pai sempre estivera ao seu lado, não importava o quão errada ela estivesse.—Papai, o senhor está sendo injusto comigo! Por que está fazendo isso? Você nunca me tratou assim! — gritou, os olhos ardendo de indignação. — Não acredito que por causa da Deyse esteja me humilhando! Eu não fiz nada! Estou sendo acusada sem motivo esses vídeos são falsos. Essa Deyse é uma víbora! Nem a irmã dela nem a mãe a defendem, porque conhecem a índole que ela tem!Antes que Célia terminasse, Jennifer interrompeu, a voz firme:—Com todo respeito, senhor, nada do que sua filha está dizendo é verdade. — Estendeu um gravador, os dedos trêmulos mas determinados. — Eu escrevi a matéria, mas tenho tudo registrado. Célia me ameaçou. Disse que, se eu não obedecesse, impediria o tratamento da minha avó.Anderson avançou, pegou as provas das mãos de Jennifer e as projetou no telão. Cada palavra, cada ameaça de Célia ecoou no au
Ler mais