Capítulo 20. Prazer
Ela sorriu, achando ele muito poético, mas a seriedade com que falava, tocou seu coração, trazendo confiança e certeza de sua entrega.— Isso parece muito poético, mas ainda estou necessitada.— Mas não é. É real, quero que você perceba que o que estamos para vivenciar, é um momento único que guardaremos para toda a vida e merecerá ser lembrado com saudade.Ele a beijou, acariciando seus lábios com os próprio e a língua. Aos poucos, com a resposta dela, intensificou a dança entre suas línguas e sua paixão, que fez os corpos se moverem, esfregarem-se e excitarem-se mutuamente.Ele forçou a entrada e ela retesou o corpo. Percebendo, ele parou e esperou.— Dói? — perguntou ele preocupado.— Uma ardência, bem mais leve que o cio.Ele esperou, mas enquanto isso, beijou e lambeu seu pescoço, no local onde iria morder. Ela gemeu e empurrou o corpo, fazendo-o penetrar mais um pouco. Foi como um aviso de que podia continuar e ele empurrou, entrando totalmente, mas com vagarosidade para poupá
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