Elizabeth — Olhe como você está molhada...Ele disse, o ritmo ficando cada vez mais frenético. — Você é só uma putinha rica implorando pelo meu pau, não é? Você gosta de ser tratada assim. Gosta de saber que aqui dentro você não manda em nada... Sua buceta está me apertando tanto... você está desesperada por isso. As palavras dele eram como chicotes, inflamando um desejo que eu nem sabia que possuía. Ele não parava; ele me queria entregue, quebrada, totalmente dele. — Se solta, Canelinha. Ele ordenou, apertando minha cintura com tanta força que eu sabia que ficariam marcas. — Esquece quem você é lá fora. Se perde no meu pau como você nunca fez com nenhum desses caras de terno que você conhece. Seja minha. Agora! Ouvir aquelas coisas sujas, ditas com aquela voz que eu reconhecia, mas que agora pertencia a um monstro, foi o gatilho final. O ápice me atingiu como uma onda de choque, me deixando sem forças, enquanto eu gritava de prazer para a escuridão do prédio. Eu estava go
Ler mais