Rick Saí da Velvet Underground pelos fundos, sem falar com ninguém, sem dar autógrafos, sem sorrir para as fãs que ainda gritavam meu nome na porta. Entrei no carro, liguei o motor e dirigi para casa em silêncio absoluto. Quando cheguei ao apartamento, fechei a porta, tirei o terno suado e fui direto para o banheiro. Tomei um banho longo, deixando a água quente levar um pouco do peso da noite. Depois, pela primeira vez em quase seis meses, liguei o celular. O aparelho vibrou sem parar. Mensagens, chamadas perdidas, notificações. Centenas. A maioria era de Sophia. Mensagens dela, de Alex, do grupo dos três. Vozes, textos, áudios. Eu olhei para a tela por alguns segundos, o peito apertado. Não li nenhuma. Não ouvi nenhuma. Selecionei tudo e apaguei. Começar do zero. Era isso que eu precisava. Não queria carregar mais aquele peso. Não queria reler palavras que poderiam me fazer fraquejar novamente. No dia seguinte, fui até a The Eclipse 2, a segunda unidade do projeto, a que e
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