A fertilização com água quente e os cuidados minuciosos finalmente surtiram efeito, e a rara planta decorativa do jardim conseguiu abrir suas primeiras pétalas. Na sala de estar da mansão Sullivan, a atmosfera que antes era de pura tensão transformou-se em expectativa. Todos que haviam testemunhado a bagunça anterior no roseiral mantinham a cabeça baixa, aguardando o veredicto da matriarca.Lauren conduziu seu filho, Yago, escada abaixo. Ela olhava para o pequeno com uma expressão firme, mas cheia de ensinamentos amorosos.— Yago, vá pedir desculpas à vovó — orientou ela com suavidade.O menino caminhou lentamente, com seus pezinhos curtos, até a senhora Sullivan, que estava sentada no sofá com os braços cruzados, fingindo uma severidade que mal conseguia sustentar.— Vovó, me desculpe... — disse Yago, fitando-a com seus grandes olhos brilhantes. — Eu não deveria ter colhido aquelas flores. Eu entendo agora.Ao ver aquela carinha adorável, que claramente carregava os traços da família
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