Capítulo 204 Duas semanas haviam se passado desde o atentado contra Téo. A vida começava a recuperar a normalidade, embora algumas coisas tivessem mudado. A segurança da família foi reforçada, principalmente nos deslocamentos de Téo e Melina, e Rafael não discutiu quando o filho determinou que os pais também teriam proteção. Depois de descobrir que o homem responsável pelo ataque carregava um ressentimento antigo contra ele, não pretendia correr riscos desnecessários. O pai de Calista continuava preso. As provas encontradas no carro, somadas à perseguição, aos disparos e aos depoimentos dos policiais, tornaram a situação bastante séria. Calista colaborou com tudo o que sabia e entregou as mensagens e informações que ainda possuía das conversas anteriores com o pai. Téo não a responsabilizou pelo que aconteceu. Ela havia recusado ajudá-lo e, durante meses, acreditou sinceramente que o homem tinha desistido. Ainda assim, levou alguns dias para conseguir retornar ao trabalho sem senti
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