Cíntia encarou a porta de madeira a sua frente. A casa era modesta, localizada numa vizinhança tranquila. Pensou que seus avós iriam buscá-la no aeroporto, mas não. Eles simplesmente a deixaram lá esperando por uma hora até ela decidir ir até a casa deles por conta própria. Estava quase pegando o jato de volta para casa. Eles não queriam saber dela. Ela que não devia ir atrás deles. Deixou o orgulho de lado e tocou a campanhia.Olhou seus seguranças dentro do carro alugado. Debateu com eles que se seus avós os vissem de cara, iriam se assustar. Depois de verem que a rua era segura, concordaram em deixá-la ir sozinha. A porta abriu e uma mulher com os cabelos brancos, mas que um dia tinham sido loiros, a encarou. A senhora ficou pálida ao olhar a moça a sua frente. A abraçou. - Melissa. - disse chorando.Ótimo, ela está pensando que sou minha mãe. Cíntia deixou sua avó abraçá-la, mesmo que ela estivesse-a confundindo com sua falecida mãe. Ela sempre desejou o carinho de uma avó. El
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