A manhã de quinta-feira começou na academia dos fundos da casa com o som abafado e rítmico de uma corda de pular castigando o chão.Diego estava sozinho no centro do espaço, o corpo já coberto por uma fina camada de suor, mas seu foco estava preso no dia anterior.Ele repassava os eventos em um looping torturante: no trânsito, eles tinham cantado Linkin Park juntos, rindo como dois adolescentes; no elevador, o corpo dela colado ao dele tinha derretido qualquer resquício de frieza contratual; na sala da presidência, ele tinha tocado o cabelo dela e sentido a respiração de Suzie falhar.Tudo caminhava para uma trégua real.E então, do nada, após o almoço, ela se transformara em um iceberg definitivo, jogando aquela frase enigmática."Você parece cheio de opções ultimamente".Diego errou o passo da corda, que bateu com força em sua canela. Ele praguejou baixinho, jogando o objeto no chão e olhando as horas no celular. Eram 05h55."Cadê ela?"Suzie nunca se atrasava para o treino.A campa
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