Minhas unhas se arrastavam pela madeira da porta, deixando veios profundos e irregulares. Meu rosto estava quase colado à porta, farejando o perfume de Dean, buscando alguma maneira de aliviar o formigamento crescente que se espalhava pelo meu corpo. A porta se abriu e Dean apareceu, somente com uma toalha envolvendo seu quadril. Seus olhos azuis brilhavam, sua língua deslizando pelos lábios, expondo os longos caninos. Me virei, tentando reaver algum controle sobre o meu corpo, mas a mão de Dean envolveu meu pulso, me puxando de volta para ele. Meu peito bateu forte contra o dele, sua pele quente e molhada contrastava com minha pele fria. Ele estendeu a mão, tocando meu rosto, seu polegar escorregou pela minha bochecha até meus lábios, abrindo a minha boca.
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