KAEL VALLEN Levantei do sofá sem nenhum esforço, segurando Millie contra o meu peito. Ela arfou, surpresa com o movimento, e instintivamente enlaçou as pernas ao redor da minha cintura e os braços ao redor do meu pescoço. O corpo dela estava colado ao meu, mas ainda havia um limite entre nós: minhas roupas. Caminhei até a cama da suíte. Ao chegarmos, eu a soltei devagar, deitando as costas dela sobre os lençóis. A visão me paralisou por alguns segundos. Millie estava ali, com o peito subindo e descendo de forma ofegante, os seios fartos e empinados já marcados pela minha boca, usando nada além de uma calcinha de renda minúscula. O cabelo se espalhou no travesseiro, os lábios estavam inchados, e os olhos me encaravam com fome e rendição.Me posicionei na beira da cama, entre as pernas dela. Segurei as bordas daquela pequena calcinha e a puxei para baixo com lentidão, deslizando o tecido pelas coxas macias e pelos tornozelos até retirar completamente. — Olhe para você, Millie... — s
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