A escuridão finalmente caiu sobre o estacionamento, e o carro, após longas horas, recuperou sua estabilidade. O rosto de Isabela estava encharcado de suor, a respiração ainda irregular enquanto se pressionava contra o peito de Maison. Ele se inclinou e beijou sua bochecha com ternura.— Olhe para você — sussurrou ele.Isabela olhou-o de soslaio, recuperando o fôlego:— Quem foi que me disse agora há pouco que queria ter uma filha?Maison sorriu, vitorioso:— E quem era que me evitava como a peste antes? Eu tive que tomar algumas "medidas" para prender você, não tive?Os olhos de Isabela se arregalaram.— Ei, o que você quer dizer com "trancar" alguém? Que escolha de palavras é essa?Percebendo o tom possessivo, Maison a beijou de forma conciliatória:— Pode me trancar também, se quiser.Isabela suspirou, pensativa. Como esposa, ela não tinha a dimensão exata da fortuna de Maison, mas sabia que era vasta. Ver toda essa herança garantida para Killian a deixava feliz, especialmente porq
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