Valéria:Nosso quarto tem uma ala separada. Os empregados só entram nela com nossa autorização. Por isso, andar pelados por ela não dá problema algum, é como se fosse um quarto grande com dois quartos dentro dele.Assim que cruzei a porta, parecia uma criança arteira. Corri nua para a nossa suíte, morrendo de rir. Mal deu tempo de entrar e fui pega como um saco de batatas e levada de volta ao quarto vermelho.Na verdade, não queria realmente fugir, confesso que me excitou a ameaça feita por Dante.Senti um tapão arder na minha bunda. E que tapa!Ao entrarmos de volta no quarto vermelho, os outros dois estavam deitados na cama alisando aqueles mastros cheios de veias saltadas. Com a cara mais safada e, de ponta-cabeça no ombro do Dante, lambi os lábios com aquela cena.— Se prepara, você se divertiu às nossas custas, agora será a nossa vez! – Ele disse, me colocando de volta no chão.— Misericórdia, ficarei uma semana sem sentar! – Eles caíram na risada. Creio que concordaram.— Você j
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