GuilherminaEu nunca estive em uma boate, mas eu costumava pensar que eu sabia exatamente como seria. Quero dizer, se você viu uma boate, ainda que apenas pela televisão ou numa pesquisa na internet, então você sabe como são todas as outras, certo?Errado.Sim, havia música alta. Muito alta. Também havia luzes intermitentes, gente bonita, garçonetes seminuas, muita bebida por todos os lados e gelo seco. Mas, apesar disso, aquele lugar não se parecia com nada que eu já tenha visto na televisão, em revistas, na internet ou que eu tenha imaginado. A Influenza era indescritível. Mesmo antes de efetivamente nos aproximarmos da boate alguns canhões de luz passeavam pelo céu noturno. – O que é aquilo? – eu havia perguntado e Alice me respondera com uma empolgação típica – Ah! É a Influenza, a boate.Eu olhei para Luca com ar de incredulidade e tudo que ele fez foi encolher os ombros. A limusine passou por uma fila imensa que estava formada na calçada e parou exatamente numa segunda entrada.
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