LucaMeu pai ainda ia no corredor quando eu me curvei na frente dela e agarrei suas pernas, jogando-a sobre os meus ombros. Guilhermina deu um gritinho assustada. – Luca, o que você está fazendo? Coloque-me no chão, Luca, eu ainda tenho que limpar a cozinha e lavar a louça. – Ela estava lutando para se ver livre de mim e eu, não podendo mais me conter, dei uma tapa na sua bunda deliciosa. Ela deu outro gritinho. – Oh, meu Deus. Você não fez isso. – A parte mais divertida foi quando eu passei pelo corredor indo em direção às escadas e meu pai ainda estava na sala, assistido à cena com diversão.- Tchau, pai. – eu disse.- Oh, meu Deus. Seu pai não pode ter visto isso. Eu quero morrer.Enquanto subia os degraus para o piso superior da cobertura, eu ainda pude ouvir a gargalhada do meu pai.Ao chegar ao quarto, eu a joguei de costas na cama e caí por cima dela, apoiando-me em meus antebraços para não esmagá-la.- Você é louco? Seu pai viu isso.- E você é uma feiticeira.- Eu?- Sim. O
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