Entramos. A casa está completamente escura, silenciosa, com aquele ar de lar que faz o peito da gente relaxar sem perceber.— Senta ali no sofá. Eu vou no quarto rapidinho, prometo não demora — diz ela, e antes que vá roubo um beijo rápido, ela abre um sorriso e vai andando para o corredor.Eu obedeço, mas só consigo acompanhar cada passo dela… a curva dos quadris, o jeito das pernas. Quando ela some atrás da porta, deixo a cabeça cair no encosto.Respira, Rafa. Só respira.A luz fraca do corredor se acende por alguns segundos. Há movimento rápido, o barulho da água… merda minha imaginação vai longe ao imaginar ela no banho, sinto inveja das gotas de água que banha seu corpo, tento jogar esses pensamentos para longe e não demora e então ela volta.E eu esqueço como se respira.Ela está com um pijama simples, mas diabos… parece que foi feito para ela. O short soltinho, a blusa leve, o cabelo ainda meio úmido. Uma beleza natural que arrebata qualquer um.—
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