190. CONTINUAÇÃO
ALONSO:A avó, em vez disso, parecia resignada embora olhasse de soslaio para a minha esposa Celia adormecida e para a minha cunhada Diletta. Não podia fazer nada para alterar a situação, Fabrizio era o chefe e a sua palavra era lei, inclusive para ela. Assim que simplesmente assentiu e retirou-se, seguida de perto por mamã, que depositou um beijo na testa de Celia antes de se ir. Celia, por fim, tinha caído num sono profundo.Solicitando a todos que abandonassem a estância da minha amada Celia, fechei a porta com ferrolho, anelando que o seu descanso não fosse interrompido novamente. Notei que a sua respiração se tinha tornado dificultosa, pelo que liguei a Rossi, que acudiu acompanhado de Luigi e da sua recém-encontrada filha, Lucero.—Como a vês, Luigi? —perguntei, observando como deliberavam entre eles—. Porque a sua respiração soa assim?&mdash
Ler mais