Sophia / ElenaO som da tranca girando ainda ecoava no quarto quando Alexander me puxou. Não houve gentileza, nem preliminares lentas. Ele me beijou como um homem que estava morrendo de sede no deserto e eu era a única gota de água restante no mundo. Foi profundo, desesperado, com as mãos dele explorando cada centímetro do meu corpo por cima da roupa com uma urgência que fez meu coração disparar contra as costelas.— Ah! Como eu sonhei com você debaixo de mim, gritando meu nome — ele murmurou contra meus lábios, a voz rouca de necessidade, os dedos ágeis já trabalhando nos botões da minha blusa de seda.Ajudei-o a tirar a blusa, jogando-a para qualquer lugar no carpete caro. Ele parou por um segundo, apenas um, me olhando ali parada, ofegante, de sutiã preto de renda. Os olhos azuis dele escureceram, as pupilas dilatadas engolindo a íri
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