Tinham dois homens trabalhando, ele os conhecia de vista, sabia que eram lobos. Aparentemente, os dois não perceberam nada sobre ele, nem reagiram a sua presença, com nada sobrenatural. Ele foi atendido, conversou tirando informações. Quando Zay saiu mexendo no celular, reparou na casa ao lado, aparentemente deles, com brinquedos de crianças espalhados, roupas no varal. Ele achou uma foto de uma peça que queria e voltou para a oficina. Sentiu a presença de um homem diferente, que foi se afastando pelos fundos rapidamente. Um dos homens estava diferente, mais sério, se aproximou hostil ao ponto de Zay sentir.— Não trabalhamos com esse tipo de motos. Aqui só pegamos as comuns, de gente pobre, a ralé. — O homem mais velho, disse com deboche, afronta.— Então é melhor ir embora. No seu lado da cidade tem bastante gente como você.Zay sorriu irônico, guardando o celular.— Eu trabalho no hospital. Já pensou se fosse receber uma das
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