Foi pegar água, a serviu e sugeriu que ela apagasse só o que fosse real e deixasse os sonhos, porque eram algo que ela não podia controlar. Perguntou o que poderia fazer, para ela se sentir melhor, Kaya devolveu o copo, falou cética com medo de ser rejeitada. — Eu era vir.gem, e...tem uma coisa. — Se não vou me lembrar dele, quero acreditar que foi com você. — Sei que é sex.o sem sentido e que não faria, em outras circunstâncias. Mas. Silenciou buscando palavras, falou cabisbaixa sem conseguir o encarar nos olhos. — Quero uma despedida, que faça amor comigo, pode pensar em alguém que goste, e me trate, como faria com ela. — Não igual a nossa primeira vez. Quero que seja você, como se fizesse algum sentido. Fazer. Ele ficou surpreso, levou a mão ao cabelo dela, falou acariciando. — O que não faz sentido, é me pedir, pra... Ela o olhou séria e falou interrompendo. — Termina. Apaga tudo logo
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