Um ano se passou, e o tempo, para mim, foi medido não em estações, mas em picos de adrenalina e descobertas corporais. Hoje, eu celebrava meus dezenove anos, mas a garota que soprava as velinhas não era a mesma de um ano atrás. Ela era mais ousada, mais rica em segredos e completamente viciada no jogo. Confesso que, durante esse ano, eu não me contive. O meu corpo, agora uma entidade separada da minha mente, continuava a comandar a busca incessante por novos prazeres. Eu mergulhei de cabeça no mundo que criei. Tive relações sexuais com inúmeros casais, a maioria sendo clientes recorrentes. Eles pagavam pelo meu tempo, pela minha audácia, pela fantasia de possuírem a patricinha proibida. A minha conta bancária, abastecida por esses serviços de luxo, só crescia a cada dia. Eu nunca toquei em um centavo, o que tornava a cobrança ainda mais perversa e deliciosa. O dinheiro não era uma necessidade, mas sim um placar, uma prova tangível da minh
Ler mais