O PRIMEIRO BEIJO... DEPOIS DO DIVÓRCIO.
CAPÍTULO 23. Sal na ferida
No estacionamento do hospital, o ar cheirava a umidade e fumaça de cigarro. Chase saiu cambaleando, com o nariz sangrando e o rosto desfeito, e mal conseguiu se virar para focalizar Henry antes de apontá-lo com um dedo trêmulo.— Você é louco! — gritou com voz rouca e a raiva misturada com um medo que tentava esconder. — Tudo isso é mentira! Com certeza alguém falsificou esse resultado!O filho o encarou com uma calma perigosa que não era calma nenhuma, mas sim a corda bamba antes do desabamento.— Os nove laboratórios falsificaram o resultado? — retrucou com ironia venenosa, se aproximando passo a passo. — Todos, seu miserável? Os nove?Chase recuou um pouco, engolindo seco, porque aquilo ele não havia esperado. Tinha ficado surpreso quando o hospital ligou por causa do colapso de Carlota e, claro, foi o primeiro a chegar, mas quando lhe entregaram a bolsa dela e viu aqueles resultados dentro, percebeu que as coisas tinham fugido do seu controle.— Isso não prova nada — murmurou,
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