Até que se prove o contrário... (III)
— Boy... Redbull? — ela já tinha se referido a mim daquela forma outro dia.Maria Fernanda sorriu, sabendo que me deixou curioso e desligou. Tentou guardar o telefone, que confisquei e pus no meu bolso.Fui em direção à porta para abrir e ela disse:— Um dia... podemos ir de verdade para as Maldivas?— Podemos. — falei instantaneamente, me odiando por isso.Abri a porta e deparei-me com Davi. Sorri e o peguei no colo, trazendo-o para o quarto.Meu filho agarrou-se ao meu pescoço e ficou olhando para Maria Fernanda, um pouco acuado. Ela, por sua vez, ficou hesitante, parecendo não saber como agir.Os dois ficaram se encarando um tempo e Davi deitou a cabeça no meu ombro e sussurrou:— Posso... ficar com a Maria um pouquinho?Senti meu coração acelerar e uma sensação estranha tomar conta de mim, como se, uma vez
Ler mais