(Ponto de Vista de Finn)Viramos uma confusão de pelos e presas, com o fedor daquele intruso me acertando em cheio, quase me fazendo engasgar, e, ainda assim, eu não parei de avançar. Ele era rápido, porém desleixado, já que as garras não acertavam o alvo, porque ele lutava movido pela raiva, não pelo controle.Quando o lobo dele recuou, o meu desviou para o lado e girou com precisão, abocanhando o flanco dele, rasgando o músculo e arrancando um uivo de dor quando ele caiu no chão, tentando fugir mancando. Só que não havia a menor chance de o meu lobo permitir aquilo. Ele avançou, pulando sobre as costas dele, cravando as presas na garganta repetidas vezes, até que, por fim, o corpo dele cedeu de vez.Assim que o meu lobo sentiu o pulso dele desaparecer completamente, soltou o corpo no chão e, sem perder tempo, partimos em busca da nossa companheira. Ao redor, os sons da luta ecoavam por todos os lados. Aquele grupo não era burro, mas eu ainda não entendia qual era o plano deles. Eles
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