Ela se virou para ele, as mãos trabalhando no cinto dele. — Agora é a sua vez.Mas ele segurou as mãos dela novamente, com uma expressão de repente séria. — Keira, precisamos conversar sobre proteção.A realidade voltou com força. Estavam num armazém, mantidos como reféns, sem acesso a nenhum método anticoncepcional. O responsável seria parar, esperar até estarem em segurança e poderem tomar as precauções adequadas.Mas olhando nos olhos dele, sentindo a conexão entre eles que não tinha nada a ver com atração física e sim com algo muito mais profundo, ela descobriu que não se importava em ser responsável. Talvez nunca tivessem outra chance assim. Se as coisas dessem errado, ela queria viver essa experiência. Que se dane fazer a coisa certa.— Você toma pílula? — ele perguntou, a voz tensa pelo esforço de parar quando os dois já estavam tão longe demais.— Não — ela admitiu. — Mas não faria diferença. Eu não teria como chegar até ela de qualquer jeito.A mandíbula dele se contraiu
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