Sophia Foster A semana começou como um vendaval. Cada mensagem, cada reunião, cada notificação no celular parecia puxar um pedaço de mim para um lado diferente. Eu, Sophia, me sentia dividida: de um lado, a responsabilidade com a Frontier e Gabriel; do outro, o sonho da PulseOne, que exigia minha dedicação total. Maya era meu apoio constante, organizando minha agenda, filtrando prioridades, sempre pronta para me lembrar — com um sorriso tranquilo — que eu precisava escolher o que realmente importava para mim. — Sophi, você já enfrentou coisa pior. Escolhe o que faz seu coração bater mais forte — ela dizia, enquanto digitava freneticamente no notebook, o cabelo preso de qualquer jeito, a xícara de chá sempre à mão. Mas, naquela semana, nem o coração sabia para onde correr. Eu acordava antes do sol, o corpo cansado, a mente acelerada. O celular vibrava sem parar: uma reunião extraordinária do conselho da Frontier para alinhar os próximos passos da reestruturação; uma call com investid
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