— Por favor, não chore agora. — Disse Gabriel suavemente, limpando uma lágrima no canto do olho dela. — Você vai estragar a diversão.Isla soltou uma risadinha, a voz tremendo entre o riso e a incredulidade. — Gabriel… — Ela chamou novamente, desta vez mais alto, o tom carregado de emoção.Nesse momento, o carro diminuiu a velocidade e parou suavemente. Isla voltou o olhar para a frente e seu corpo inteiro paralisou.Sua boca se abriu. — Não. — Sussurrou ela. — Isso… Isso não pode ser real.Bem diante deles, havia uma visão de tirar o fôlego. Era uma fonte de água circular e maciça que parecia quase viva, caindo em cascata como uma cachoeira em miniatura. A luz do sol atravessava a superfície ondulante, lançando reflexos dourados pela entrada de mármore.Além da fonte, avistava-se uma mansão de três pavimentos, imponente e graciosa, daquelas que mais parecem ter sido arrancadas das páginas de um conto de fadas.O motorista de Gabriel, Stone, saiu e abriu a porta. Isla, impac
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