Laura umedeceu os lábios e se inclinou. Edgar soltou um gemido baixo quando ela o envolveu, quente e molhado. Ele manteve uma mão no cabelo dela, guiando o movimento com delicadeza, sem forçar.— Isso… devagar assim… — elogiou rouco, os olhos semicerrados de prazer. — Essa boca foi feita pra mim. Olha como você me deixa duro só com ela.Os movimentos eram lentos e ritmados. Edgar não tirava os olhos dela, alternando carinhos no rosto e apertos mais firmes no cabelo, sempre no comando. As palavras saíam baixas e picantes entre os suspiros.— Isso, Felícia… chupa bem gostoso pra mim. Essa boquinha safada me deixa completamente viciado…Laura sabia exatamente o que estava fazendo. Edgar respirava cada vez mais pesado, os músculos da barriga tensionados, mas mantinha o controle. Quando sentiu que estava perto, segurou o rosto dela com as duas mãos, a voz rouca e carinhosa.— Olha pra mim enquanto eu gozo, linda. Quero ver esses olhos.Poucos segundos depois ele gozou, gemendo baixo o nome
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