Tati Leo — Eu já sou homem, mamãe. Sei fazer xixi sozinho… _ Ele diz tirando o colete e calçando o chinelinho. — Então toma cuidado que o chão tá liso. _ Ele concorda com a cabeça e vai na direção do banheiro aqui de fora. Fico observando ele ir e Tato se aproxima de mim… Tato — Coé, sereia? Vai ficar de canto mermo? Não quer falar comigo hoje? _ Pergunta colocando as mãos na minha cintura, atrás de mim. — Ah, para. Nada de sereia. Nem vem inventando apelido pra mim… _ Viro de lado, encostando no seu corpo e ele mantém seu braço atrás de mim. Tato — É sereia sim, pô. Entrou cheia de estilo, mergulhando daquele jeito, pique serei. Deixou o vagabundo hipnotizado. Papo reto! Se não fosse o ‘bebel’ com nois aqui, cê tá ligado pra onde tu iria, né… Pro abate, certeza… _ Ele sussurra no meu ouvido me fazendo rir… — Ah cara! Tá facinho assim. Tá me achando com cara de vaca pra me abater? Vai sonhando… _ Arqueio uma sobrancelha fazendo carão. Tato — Vaca não, pô. Sereia mermo.
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