O som da campainha ecoou pela mansão como algo fora de lugar, um ruído simples, cotidiano, mas que, naquele instante, carregava um peso estranho, quase incômodo, como se anunciasse algo que não deveria estar ali.Thábata, interrompeu seu pensamentos por um segundo, o olhar se perdendo no vazio enquanto uma sensação inexplicável percorria seu peito, apertando devagar, como um aviso silencioso de que algo estava prestes a acontecer — algo que ela não queria enfrentar, mas que, ainda assim, já parecia inevitável.Ela ouviu os passos da empregada se aproximando dela, o som leve dos sapatos no piso polido da mansão, sentiu um impulso imediato, quase instintivo, de intervir.— Deixa que eu atendo! — disse, em voz firme, virando-se com passos rápidos, antes mesmo que a empregada pudesse passar por ela.A funcionária hesitou por um instante, surpresa, mas apenas assentiu e se afastou, obediente.Thábata parou diante da porta por um breve segundo, respirando fundo, tentando ignorar a inquieta
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