34. Enfim um só corpo e duas almas.
O dia do casamento amanheceu um lindo dia de sol e o casamento seria logo com o sol amanhecendo o que poderia parecer uma excentricidade mais Marinho escolheu esse horário do dia porque sua vida era uma longa noite escura e quando Marina começou a fazer parte da sua vida foi como o nascer do sol a sua vida virou dia ensolarado. Apesar do casamento ser bem cedo ela não abriu mão do vestido de renda princesa de um ombro só branco, nos pés sandália de prata sem salto com pequenos cristais na fivela que prendia o tornozelo delicadamente. Os seus cabelos estavam presos numa trança com flores de Gypsophila branca do topo da cabeça até o final da trança. Em suas mãos um buquê de peônias branca. Ela foi caminhando em direção ao seu amor, numa felicidade que a preenchia do coração a alma. Nunca sequer imaginou que houvesse pudesse se sentir assim. Quando se vi nos olhos de Marinho sabia que ele se sentia igual a ela. O amor mútuo realmente era raro e infinito. Marinho quando a
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