Gregório apertou a alça da xícara em seus dedos. Ele já esperava que ela aceitasse a proposta, mas o facto dela ter aceitado, por alguma razão o incomodava. Mantendo a expressão séria, Gregório voltou a pousar a xícara na mesa, e voltou seu olhar sério para ela. –se decidiu rápido para alguém que estava tão relutante– –Bom, é como o senhor disse, para alguém na minha posição, a sua oferta é a melhor que eu tenho, então eu vou seguir suas ordens e fazer tudo conforme o senhor orientar– Gregório bateu o dedo contra a mesa mantendo seu olhar sério sobre ela. –Mesmo se eu mandar você se deitar com um homem com o dobro da sua idade?– –O senhor já disse, a minha vida, o meu corpo, até o ar que eu respiro, pertencem ao senhor, então se o senhor mandar, eu cumprirei sem hesitar– Gregório parou de bater o dedo contra mesa e seu olhar se endureceu ainda mais diante das palavras frias e sem vida dela. Ver ela aceitar se prostituir de forma tão fácil e sem resistir como sempre, o de
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