POV AmaraDepois que ele coloca o anel no meu dedo, nada explode.E isso é o mais bonito.Não há música súbita, nem lágrimas descontroladas, nem aquela sensação de “agora tudo está resolvido”. O que existe é algo mais raro: calma. Uma calma que não vem da ausência de problemas, mas da certeza de escolha.Killian continua ajoelhado por um segundo a mais do que o necessário, como se estivesse gravando a cena na memória. Mateo está entre nós, sério demais para um bebê, observando o anel com curiosidade, tentando pegar o brilho com os dedos pequenos.— Acho que ele aprovou — digo, passando a mão pelo cabelo do nosso filho.Killian sorri. Um sorriso diferente. Sem arrogância. Sem defesas.— Ele sempre foi o juiz mais difícil.Ele se levanta e me puxa com cuidado, como se eu ainda pudesse quebrar. Me encaixo no corpo dele sem esforço, como se o tempo tivesse apenas feito uma pausa educada para nos devolver ao lugar certo.— Você não faz ideia do quanto eu pensei nesse momento — ele murmura,
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