Aneliese Moore ☆Se em algum momento da minha vida — talvez em um daqueles dias comuns demais para serem lembrados — alguém tivesse me parado na rua, com aquele ar místico de quem diz enxergar além do óbvio, e afirmasse que poderia prever o meu futuro… eu provavelmente teria rido. Não por deboche, mas por pura incredulidade. Nunca acreditei nessas coisas. Destino, previsões, linhas traçadas — sempre me pareceram desculpas bonitas para o caos que é viver.Mas suponhamos que eu tivesse parado. Que tivesse escutado. E que essa pessoa, com toda a calma do mundo, dissesse que em menos de um ano eu estaria noiva do meu chefe, passando o Natal com a família dele e, como se isso já não fosse insano o suficiente, me tornando madrasta de três furacões em forma de criança… eu não teria apenas rido. Eu teria achado que estava sendo amaldiçoada.Porque não, isso não seria uma previsão. Seria uma sentença.E ainda assim… aqui estou eu.Vivendo exatamente esse cenário improvável, absurdo e, contra t
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