53SOLMarina me tira do carro, amarrada pelas mãos, com violência, e me j**a no asfalto. Levanto e olho em volta, vendo que estamos numa parte mais afastada da cidade, uma ponte antiga, à mais alta da cidade. Abaixo dela, um rio e pedras, uma queda desse ponto seria morte certa.— O que vai fazer? — pergunto, com medo de ouvir, e Marina ri, teatralmente, olhando para a faca em sua mão.— Te dizer a verdade, ser a única a fazer isso, você merece antes de ir encontrar seu pai no inferno.— O quê? — Verdade? Meu estômago se revira e sinto o pânico me tomando, começando a formigar minha pele.— Sua mamãe não vai morrer, não se preocupe, ela merece viver com o que vai acontecer aqui, se é que ela se importa com você, boba — diz, tocando meu queixo com brutalidade e solta minhas mãos. Outro carro chega e jogam Luana para fora. Ela sangra, deve ter apanhado. Está amarrada e amordaçada.— Vamos começar, Luana, minha única e melhor amiga, que quis me superar, ser melhor que eu, ter mais e entã
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