Viyan Ebraim não saía do meu lado desde o momento em que chegamos, e aquilo não era exagero nem impressão minha, era literal. Cada vez que alguém se aproximava, ele ajustava a postura, cada vez que eu me movia, ele acompanhava com o olhar, como se estivesse calculando tudo ao redor ao mesmo tempo. E, para ser sincera… eu não estava reclamando. Pelo contrário. Eu estava tranquila, sentada ao lado dele, curtindo a música, comendo um petisco que eu mesma tinha pedido, deixando aquele ambiente, que normalmente me deixaria desconfortável, parecer leve. Ele falava comigo sobre coisas simples, comentários soltos sobre o lugar, sobre as pessoas, sobre situações aleatórias que não tinham peso nenhum… e, ainda assim, eu estava gostando. Não pela conversa em si, mas pela forma como ele falava, pela forma como ele estava ali, presente de verdade, sem distração, sem distância. Elenicya já tinha se levantado para dançar, completamente envolvida com a música, e por um impulso natural eu até fiz men
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