O aparelho móvel, que ainda não estava com apoio nenhum, caiu sobre a mesa, onde Lila tentou colocá-lo. A luz da lanterna ficou contra a madeira escura da mesa, impedindo que a pouca claridade vinda dele retornasse ao ambiente. Ele tampou sua boca. Estava quase a abraçando por trás, com a pouca distância. Inicialmente, Lila ficou quieta, sem mover os braços ou as pernas, mas o grito ainda era abafado, soando como um murmúrio abafado no meio da noite. O homem era alto, pela altura das mãos. Ela sentiu um arrepio no corpo quando ele deixou suas mãos leves. Impaciente, Lila as segurou na tentativa de baixá-las para gritar, mas as mãos retornaram a pressionar ali, trazendo mais o corpo dela para recostar no do homem. Ele parecia forte também. Então ela reconheceu o perfume em sua pele, o cheiro gostoso que vinha de suas mãos, por isso inspirou, aprovando o que sentia. Agora tinha consciência do contato com o grande corpo dele atrás do seu. "Por Alá, que pecado." pensou Lila. — Não gr
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