Mundo ficciónIniciar sesiónEu me inclino, me ajoelho sob os seus pés
Tento escutar as vozes debaixo da terra,
Onde não há ninguém
Não se ouve nada, não há uma poça de lama para cobrir os dons dos inseparáveis
E é aí que minhas mãos se levantam em direção aos céus
Nessas lutas ardilosas,
A minha caminhada tem sido constante.
Eu clamo pelo retorno do Senho