Mundo de ficçãoIniciar sessãoDayse nunca namorou em toda a sua vida. Sua vida se resume em ler histórias de romance e viajar nelas. Day tenta a qualquer coisa se manter longe do sexo oposto, exceto seu amigo Harvey. Mas, um dia por conta de um jogo estupido, isso mudou, ou quase mudou já que ela teve que optar por certas coisas. Uma mentira precisa de mais sete mentiras para se tornar verdade, será que Dayse vai conseguir sustenta-la? Ela sera capaz de lidar com seus sentimentos que nem a mesma sabia estar reprimindo dentro de si? Qual sera sua decisão? Namorado de Aluguel é uma obra que vai lhe arrancar suspiros e vai te deixar com pequenas crises de raiva momentânea e muito mais que isso, vai fazer você se apaixonar. Copyright © 2021 {PLÁGIO É CRIME}
Ler maisNAMORADO DE ALUGUEL.
Algumas coisas para vocês saberem antes de ler
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● Quase tudo na historia sera fictício desde lugares, nomes e personagens. A historia se passa na Carolina do Norte, alguns dos nomes serão fictícios assim como o começo e termino das aulas que também serão inventados.
● Aqui, adolescentes maiores de 17 já podem dirigir. Eu sempre pesquiso bastante antes de escrever, então, se aparecer algo estranho ou que eu tenha colocado de forma errada me avisem para que eu possa mudar. Estarei sempre a disposição.
● A historia terá alguns consumos de cigarros, bebidas alcoólicas, uso de drogas, palavras de baixo calão e insinuações de secsu, sendo assim, se você não se sentir confortável lendo, peço que procure por outra historia.
● A historia também foi inspirada em boa parte de alguns filmes e séries que eu citarei a seguir: Curtindo a Vida Adoidado, Dez Coisas Que eu Odeio em Você, Gatinhas e Gatões, Diario de Uma Paixão, Meu Primeiro Amor, Para Todos os Garotos que já Amei, The Duff, Gatunas, Outer Banks e Como Perder Um Homem em Dez Dias. O livro não terá nenhuma semelhança com os filmes que eu citei acima, eles apenas serviram como inspiração.
● Colocarei uma playlist das musicas que inspiraram para fazer esta obra no final do livro. Os capítulos serão publicados aos poucos, geralmente falta criatividade e vem o famoso bloqueio criativo.
Parei de súbito processando o que Harvey acabara de dizer. Não é nada comum isso acontecer comigo, quer dizer, não tão tarde da noite e muito menos não dessa forma. Isso não deveria ter acontecido, de acordo com meus cálculos. Não acredito que papai o viu sair do meu quarto de madrugada. Apertei a ponta do meu nariz com força e troquei o peso de um pé por outro, o nervosismo começando a inundar minha mente. E se mais alguém viu? Pior, e se algum adolescente fofoqueiro viu? Meu deus eu vou colapso.— Ele falou alguma coisa? — perguntei baixo, quase num sussurro. Harvey não parecia estar preocupado, e se estivesse obviamente estava escondendo isso muito bem. Sei que não tenho o que temer, não fizemos nada demais e obviamente eu não estava esperando nada, mas ainda assim é constrangedor.— Nada demais — Harvey voltou a caminhar e eu o segui. — Apenas se eu passei a noite.— Nada mais? Só isso? - ele balançou a cabeça em afirmativo, estava com um sorriso divertido nós lábios. — Isso não
— Você precisa ir - ditei séria, ficar perto de Harvey é como uma versão melhorada de ficar sozinha, é fácil e divertido, mas ultimamente tem sido exaustivo. — E por favor, não apareça mais aqui dessa forma.Olhei para Harvey que estava silencioso demais. Estava de cabeça baixa e não se mexia. Ele não pode estar dormindo, não agora e não aqui. Me aproximei de seu corpo e toquei seu ombro com a ponta do dedo, felizmente ele se mexeu e levantou a cabeça. Os olhos ainda completamente vermelhos. Por um momento pensei que tivesse chorado, mas então lembrei do motivo dele estar aqui. Seria engraçado vê-lo chorar, poderia atormentar ele por anos.— Eu estava pensando - murmurou ele, a voz baixa e rouca. Seus olhos estavam desfocados e lentamente se moveram na minha direção. — Por que você está me afastando, Day?Estremeço com a pergunta. Meu coração está batendo acelerado como se tivesse corrido uma maratona, e minha mente só consegue rezar para que ninguém nos ouça. Suspiro e então me sento
Passei a tarde toda com Alex e as meninas. O trabalho voluntário que ele havia mencionado era para arrecadar mantimentos para pessoas que perderam suas coisas em furacões, aqui na Carolina do Norte é muito comum em alguns lugares. Por um lado foi divertido e por outro triste.Vê aquelas pessoas desesperadas em busca de um lugar para ficar me deu um aperto. Alex comentou que ele e os estudantes de arquitetura são voluntários e estão aqui para ajudar a construir algumas casas. É uma iniciativa bem legal até. Uma das melhores parte foi quando eles enfim nos ofereceram comida, sem duvidas.Eles arrecadaram brinquedos para as crianças e alimentos, nesse meio tempo ajudamos a organizar cada um deles, foi uma experiência incrível e memorável. Me fez lembrar de como mamãe adorava fazer esse tipo de coisa.Quando voltei para casa não avistei Charlotte, ainda devia estar com raiva do que havias acontecido na lanchonete. Depois de conversar com Charlotte sobre o ocorrido, ela saiu e bateu o pé c
Acordei com barulho dentro do guarda roupa, me remexi e cobri metade da cabeça com o lençol, levantei a cabeça minimamente e encontrei Darci dentro do guarda-roupa.- O que voce esta fazendo? - perguntei ainda com a voz sonolenta. - Esta tentando me roubar?- Claro que não. Voce não faz exercícios? - perguntou dando as costas para o guarda-roupa e se virou para mim segurando algumas peças de roupa. - Não achei sequer uma roupa de academia ou para correr.- Darci. Voce sabe que horas são? - peguei o relógio na cabeceira e mostrei para ela. - São 6 da manhã. - ela bufou e voltou a vasculhar o interior do guarda roupa.- Voce não tem nada mais importante para fazer? - Elis resmungou com a cara no travesseiro.- É minha rotina, depois dos doces que eu comi ontem é indispensável eu ficar parada. - Pelo amor de Deus, só pode ser piada.Deixei Darci de lado e me ajeitei na cama na esperança de voltar a dormir o que foi quase impossível com ela se remexendo pelo quarto todo. Por um segundo o
Último capítulo