Com olhos suaves, o homem perguntou: "Qual dos seus amigos?
Parecia ouvir o sino a tilintar novamente. De alguma forma, respondi com toda a honestidade: "Ele é uma criança que a minha mãe adoptou no passado. Ele não é muito obediente e meteu-se em sarilhos. Depois, alguém se vingou dele, o que foi muito mau".
Lucas perguntou com uma voz suave: "Estás muito preocupada com ele?".
Abanei a cabeça e disse: "Não é que eu esteja preocupado. É a responsabilidade que a minha mãe deixou para mim. Quan