Mundo de ficçãoIniciar sessão— Não! Solte-me, sua enfermidade. — Eu debato meus pés em seu corpo, seu guinchar mostra a dor que ele sente com o fato de meu sapato se enfiar em sua ferida que lusamente desprende um liquido vermelho escuro. Mas ele não desiste, agarrando meu tornozelo e enterrando suas unhas pontiagudas em minha pele, a moléstia me puxa com mais facilidade para a fissura de agonia.
Já não tenho mais sapatos, eles se foram quando fui a







