Doze semanas, exatamente três meses.
As lágrimas represadas transbordam e escorrem quente pelas minhas têmporas, molhando o papel da maca. Fecho os olhos por um segundo. Durante três longos meses, enquanto eu apanhava verbalmente, enquanto eu me submetia a castigos, noites no quarto de hóspedes e humilhações sistemáticas, uma vida forte e resiliente continuou crescendo em silêncio dentro de mim.
— Está tudo bem com a criança, Dra.? — pergunto, tomada por uma onda de pavor repentino, temendo que