Enfim, o dia do ano novo chegou. Eu estava eufórica e me sentia até mais gordinha; acho que meu bebê já estava evoluindo.
— Você comprou fogos? Pra quê tanta coisa? - perguntei a Rangel, que veio com uma caixa cheia de fogos de artifício.
— Todo ano nós patrocina, pra deixar a comunidade mais alegre. - ele sorriu.
- Ah.
— Seu pai vem?
— Vem. Por que a pergunta? - levantei uma das sobrancelhas.
— Nada. Só não gostei do papo dele com minha mãe. - fechou a cara.
— Afe, como você é ciumento. - ri.