— Não conseguiu dormir mesmo, hein? — ele sussurra, entrando no quarto de fininho, fechando a porta atrás de si.
— Nem um pouco — admito, tentando ignorar o quanto a presença dele me faz sentir... segura. Eu odeio admitir isso, mas ao mesmo tempo, era reconfortante. — Minha cabeça não para de rodar.