Ponto de vista de Rosalie
O escritório de assistência jurídica ficava no quarto andar de um prédio que cheirava a carpete velho e café esquecido tempo demais na cafeteira. A sala de espera tinha cadeiras de plástico de uma cor que talvez um dia tivesse sido verde e um expositor com folhetos sobre direitos dos inquilinos, serviços de apoio a vítimas de violência doméstica e como solicitar uma medida protetiva de urgência.
Marquei o atendimento na manhã de terça-feira e fiquei agendada para quar