Ficamos esperando. Ernandes conversa com os policiais. Chega outra viatura, e eles conversam com ele.
—Isa, você está bem? — Fernanda pergunta, com a voz preocupada.
—Estou — respondo, com a voz calma. — E você, amor?
—Estou — ela responde, com a voz animada.
A gente se olha e começa a rir feito duas hienas.
—Você quase matou Ernandes — digo, rindo.
—Eu pensei que ele ia pular no meu pescoço — ela diz, rindo.
—Faltou pouco — digo, com a voz divertida. — Você é muito apocalíptica. Causou pânico